quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dicas de Estudo para Concursos para 2010

DICAS DE ESTUDO

PARA OS CONCURSOS EM 2010

O Edital extenso, grande número de tópicos e assuntos, tempo curto entre a publicação do edital e a data da aplicação, material de pesquisa nem sempre disponível, e somando-se a tudo isso, nenhuma pista do que cairá na prova. O melhor de tudo é que existe uma forma coerente, viável e ao alcance de todos para saber o que provavelmente pode ser cobrado na prova de um determinado concurso. As provas anteriores e o histórico da banca examinadora com relação aos vários concursos promovidos, podem dar "o caminho das pedras" e até mesmo ser possível “descobrir” o que vai cair, e como vai cair, no certame. Professores e coodenadores de cursinhos utilizam esse expediente para auxiliar no "tratamento de choque" a ser imposto em seus pupilos ávidos por um lugar na lista de aprovados! É uma estratégia, dentre tantas outras, que pode salvar um ano inteiro de estudos.

  • Descobrindo o que vai cair no concurso através de provas anteriores - Analisando as provas passadas é possível identificar os “assuntos quentes” , ou seja, aqueles cobrados com frequência nos concursos promovidos pela banca examinadora. É sempre bom "cercar" os assuntos que sempre caem ou então que caíram nas últimas 5 ou mais provas pois a chance de caírem novamente é sempre grande e por isso devem ter atenção especial no estudo.

  • É possível identificar também a sazonalidade dos assuntos da prova. Tem assunto que se repete de tempos em tempos, obedecendo a uma espécie de ciclo. Por exemplo, se um assunto cai pouco e não é indagado a dois ou três concursos, podemos estimar que a chance de ser repetido é grande. Simplesmente contando as questões das provas passadas já dá conhecer como é o balanceamento da questões na prova: as disciplinas que caem mais e as que caem menos.

  • Como fazer? Fiz essa estatística quando me preparei para o vestibular da UERJ 2002, para Engenharia. Dá um pouco de trabalho, mas vale a pena.

  • Pegue todas as provas anteriores e relacione todos os assuntos que ia encontrando, questão por questão. Depois, marque ao lado do assunto o número de questões correspondentes. Assim você reconhecerá o assunto mais cobrado, o que menos cobrado e o que nunca é cobrado na prova.

  • Também conte o número de questões de cada disciplina, para saber como é a distribuição dela na prova.

  • Descobrindo como serão cobrados os assuntos nas questões da prova no concurso - A análise das provas anteriores é sempre o ponto de partida. A análise dessas provas nos permite estimar com grande precisão o modo ou a maneira de como serão cobrados os conceitos e as competências nas questões formuladas pela banca. Basta saber como elas são cobradas e que tipo de resposta a banca espera do candidato. Por exemplo, no vestibular da UERJ, muitas das questões da parte de “ciências da natureza” (matemática, física, biologia e química) consistem em um gráfico. Neste caso, quase sempre a resposta está no próprio gráfico! Mesmo se não dominar o assunto, se souber interpretar o gráfico vai acertar a questão.

  • Outro exemplo: a parte de “Linguagens, códigos e suas tecnologias” é basicamente interpretação de texto. Com raras exceções, não cai gramática. Sabendo disso, você iria perder tempo estudando gramática para esta prova? Também podemos pegar a “malícia” da banca examinadora. Podemos aprender o como ela quer que respondamos a questão.

  • No vestibular da UERJ por exemplo, como em vários outros vestibulares, há uma forte influência político-ideológica de esquerda. Nas provas de História fica bem clara a História dividida entre mocinhos e bandidos. O lado bom são sempre os trabalhadores, os índios, os países do Terceiro Mundo, revolucionários em geral, a Revolução Francesa, Cuba, o MST, o socialismo, o humanismo, o Renascimento. Do lado mau estão a Idade Média, a Religião que dominou o século XV, os Estados Unidos, o capitalismo, a burguesia...
  • Como fazer? Resolva as provas anteriores. Não só faça estatística, mas pegue as provas e resolva as questões. Compare com o gabarito. Veja o que você tem que mudar, o que ficou faltando, o que tem que cortar, o que tem que modificar (quando for prova discursiva). Você é capaz de pegar intimidade com a prova e se sentir a vontade com ela. Estudando e resolvendo-a vai ter a medida certa do seu provável desempenho. No final das contas, estudando e conhecendo bem a prova, você será capaz até de descobrir o que provavelmente será cobrado e com grande índice de acerto.
Professor Antonio

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